Na construção civil e em qualquer operação com equipe externa, o controle de ponto sempre foi a parte mais dolorosa do RH. O canteiro muda de endereço, nem sempre tem internet, e o relógio físico não acompanha. Em 2026, dá para resolver de forma simples — e dentro da Portaria 671.
Os 3 problemas clássicos do ponto em obra
- Sem ponto fixo: a obra não tem um relógio na parede que será desmontado ao fim do contrato.
- Sem sinal: em áreas remotas, o celular fica sem internet na hora da batida.
- Risco de fraude: "bater por colega" e horários ajustados na planilha geram passivo.
A solução: REP-P offline com facial e geofence
- Funciona offline: a marcação é gravada com data, hora e localização, e sincroniza sozinha quando o sinal volta.
- Reconhecimento facial com prova de vida: elimina a batida por terceiros.
- Geofence por obra: o ponto só é aceito dentro do perímetro do canteiro.
Por que é confiável? Porque continua sendo um REP-P em conformidade com a Portaria 671, que gera AFD assinado. Entenda em ponto pelo celular é válido?
Celular pessoal ou tablet coletivo?
- Cada um no seu celular: o Time Unique permite ponto pelo próprio aparelho, com facial e geofence.
- Um tablet para a equipe: o Time Infinity vira o REP coletivo do canteiro — ideal quando nem todos têm smartphone. Funciona offline por períodos longos.
Checklist para implantar na obra
- Defina o perímetro (geofence) de cada canteiro;
- Cadastre a face de cada trabalhador uma única vez;
- Escolha entre celular pessoal (Time Unique) ou tablet coletivo (Time Infinity);
- Garanta que o app opere offline e sincronize ao retornar à área com sinal;
- Configure jornada, intervalos e banco de horas conforme o contrato.
Perguntas frequentes
Como registrar ponto em obra sem internet?
Com um REP-P offline: a marcação fica salva no aparelho com data, hora e localização e sincroniza quando há sinal.
Como evitar que um trabalhador bata por outro?
Com reconhecimento facial com prova de vida e geofence, que confirmam identidade e presença no canteiro.